Em alta, e-commerce B2B impulsiona Mercado Eletrônico

Mais um exemplo de Sucesso!

Quem nunca pensou em uma ideia milionária? Em um rápido pensamento, é possível lembrar de dezenas de novas projetos apresentados ao mercado, que remetem ao recente conceito de startup, tão disseminado e cada vez mais consolidado no Brasil e no mundo. Essas empresas destacam-se por inovações que revolucionam modelos de negócios e desbancam tradicionais players. Sem tirar os méritos dos novos empreendedores, os dias de hoje oferecem incontáveis recursos e avanços tecnológicos que ampliam o escopo para esses novos empresários. Há 22 anos, pensar em algum novo negócio que envolvesse tecnologia era uma utopia.

Foi o que aconteceu com Eduardo Nader, CEO e fundador do Mercado Eletrônico, que, então com 27 anos de idade, decidiu deixar seu cargo no setor de compras em uma indústria têxtil da família, em 1994, para desenvolver uma plataforma de comércio eletrônico focada exclusivamente no mercado B2B (no inglês, Business to Business). A ideia de certo ponto mirabolante na época se transformou na principal ferramenta para transações entre empresas na América Latina e, atualmente, movimenta cerca de R$ 80 bilhões por ano.

Em 2015, o Mercado Eletrônico, nome escolhido para não deixar dúvidas sobre o foco do negócio, registrou 30 bilhões de transações em uma plataforma que conta com 1 milhão de fornecedores cadastrados. Os produtos vendidos por meio da ferramenta variam desde materiais de escritório até turbinas de avião. Em termos de faturamento, a companhia registrou R$ 50 milhões no ano passado e a expectativa é fechar 2016 com 20% de crescimento. A estrutura conta com dois escritórios em São Paulo, além de presença internacional em Lisboa e nos Estados Unidos – são 290 funcionários no total.

A evolução da empresa acompanhou o mercado de comércio por meio das plataformas digitais. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), o mercado de e-commerce B2B movimentou cerca de R$ 600 bilhões em 2015. Para se ter uma ideia, o comércio B2C, focado em produtos para o consumidor final (pessoas físicas), registrou R$ 48 bilhões no mesmo período.

Ao contrário de outros setores, a crise tem seu lado positivo para esse mercado. De acordo com Nader, apesar de ter notado a diminuição drástica nas transações em algumas verticais, como a construção civil, é um período no qual as empresas buscam investimentos desse tipo para melhorar a eficiência operacional, além de tentar novas maneiras de impulsionar as vendas.

Transformações do Mercado Eletrônico
O primeiro insight do executivo para o negócio surgiu quando sofria no seu dia a dia na indústria da família para coordenar os processos de compras. Os anos seguintes foram de difíceis tentativas em uma época em que a internet ainda engatinhava no País. Falar em plataforma virtual era um absurdo naquela época, mas era preciso criar um ambiente de relacionamento entre compradores e vendedores no mercado B2B. Tudo era uma questão de desenvolver uma tecnologia e conquistar a confiança das empresas.

“O setor de compras era muito mal preparado nas empresas. O primeiro objetivo foi criar um software para trazer apenas o catálogo dos fornecedores para o sistema. Apertar um botão e saber o preço? Fantástico!”, declarou o CEO e fundador do Mercado Eletrônico, em entrevista ao IT Forum 365. O executivo seguiu atrás de sua ideia utilizando os recursos disponíveis, driblando a falta de recursos e os altos preços dos produtos.

A “virada” para a empresa foi em 1999 e início dos anos 2000. Em 99, no primeiro boom da chegada da internet ao Brasil, a companhia recebeu aporte do GP Investimentos e do Opportunity, grupos que voltaram a investir também em 2001. Ao todo, foram cerca de R$ 10 milhões, calcula o executivo.

O advento de tecnologias para esse mercado foi uma revolução também na própria profissão de compras. “O setor evoluiu principalmente em 2008, com a crise mundial, quando as empresas implantaram uma economia de custos para melhorar a eficiência e economizar. Surgiu realmente a profissão de comprador. Os salários evoluíram e a profissão chegou ao chamado C-level”, conta.

A busca de Nader por uma tecnologia que atendesse a todos os requisitos e otimizasse as atividades do setor contou com uma certa insistência. “Nossa estratégia sempre foi dominar a tecnologia e não simplesmente comprar uma plataforma. Até porque ferramentas como essa custavam milhões e não atendiam aos requisitos no Brasil”, afirmou, completando que a estratégia era manter sempre o desenvolvimento tecnológico. “Sempre achei que essa seria a melhor escolha. Se eu tivesse comprado algo de fora, como tivemos algumas oportunidades para isso, não estaríamos aqui hoje”, disse o executivo, que contou com a ajuda de especialistas em tecnologia. Um deles foi Paulo Cesar Breim, profissional referência no ramo da informática e conhecido por ter sido o criador do home banking.

Ambiente eletrônico entre empresas
O Mercado Eletrônico oferece, hoje, uma plataforma com diversas aplicações, que, segundo a companhia, são adaptáveis para a necessidade de cada cliente. O foco é criar relações comerciais entre as organizações em ambiente eletrônico, onde se formam comunidades de compradores e fornecedores. E todo o processo coordenado por pessoas, seja das equipes de compras ou de vendas.

A ferramenta funciona com um modelo de contração considerado uma espécie de software como serviço (SaaS, na sigla em inglês), modelo “alugado”, de acordo com Nader. As principais fase”s do processo são chamadas de e-procurement, no qual se inicia o fluxo operacional de compras; e-sourcing, que apresenta a visão geral da empresa; e o e-marketplace, na qual é possível ter acesso à inteligência da base de informações de negócios formada pela ferramenta.

Entre os serviços acoplados estão cotações de preços, gestão de pedidos, leilões reversos e diretos, padronização de materiais e serviços, homologação de fornecedores e gestão de catálogos. “A plataforma funciona como um processo simples, inteligente e sustentável. Os usuários não pagam por uma tecnologia, mas, sim, por funcionalidades”, destaca.

A plataforma, de acordo com o executivo, consegue reduzir em até 80% os custos operacionais de uma empresa com a área de compras, além de uma redução de 15% nos custos do próprio serviço ou produto.

Para manter a inteligência oferecida, o Mercado Eletrônico utiliza recursos como Big Data e Analytics. “O analytics nos permite ter um workflow em que os usuários não precisam desenhar a regra de fluxo. Quando cria um novo campo, tudo já está indexado a partir dos outros campos. Criou o campo, vem um gráfico por exemplo. Estamos fazendo grandes investimentos em analytics”. Já o Big Data, traz a opção de monitoramento por volume e segmentado por região, por exemplo. Para o cliente, é informação relevante e, para a plataforma, qualifica todo o processo.

“Por isso o foco sempre em aumentar o número de transações o máximo possível. Quanto maior as transações, maior o número de dados para analytics e maior a inteligência que vamos gerar”.

A atuação 100% no mercado B2B, que ocorre desde o início das operações, satisfaz a empresa. Por isso, Eduardo não cogita arriscar a entrada no mercado B2C, classificado pelo executivo como volátil. “É algo distante para nós. B2C é um mercado que conta muitas empresas atuando. O B2B é uma competência que adquirimos ao longo dos anos. Criamos um mercado consolidado e acredito que perderíamos o foco se fossemos para o B2C”.

Futuro e foco em canais
Se o presente traz boas notícias para a companhia, o futuro traz mais ventos bons. Nader aposta na retomada da economia, o que aumentaria as transações entre empresas e, consequentemente, oportunidades de negócios para o Mercado Eletrônico.

Outro foco é aumentar a capilaridade por meio de canais. O executivo garante que a meta está próxima de ser cumprida. Os principais mercados explorados pelos parceiros são o de integradores, desenvolvimento e comerciais/operacionais. Nesse último quesito, pequenas e médias empresas terão atenção especial. “PMEs ainda são mal assistidas por recursos de compras. É um mercado com potencial para ser explorado”, completou.

Fonte: itforum365.com.br

Batizada de Amazon Business, marketplace reúne desde material de escritório até equipamentos high-end

A Amazon anunciou hoje (28/4) o lançamento da Amazon Business, novo marketplace para o mercado corporativo no qual clientes podem comprar tudo, desde material de escritório até equipamentos high-end.
 
O serviço é um sinal claro de que a empresa quer fortalecer sua presença no mercado business to business (B2B) posicionando-se como concorrente de sites de e-commerce como o chinês Alibaba.
 
Segundo informa a companhia, não haverá custo adicional para as empresas que se inscreverem no marketplace e a experiência de compra, segundo a Amazon, será personalizada para atender ao consumidor corporativo, oferecendo recursos como contas multiusuário, incentivos de preços, produtos exclusivos e isenções fiscais para as regiões elegíveis.
Fonte:http://itforum365.com.br/

Começando um Comércio Eletrônico

Assim como no comércio tradicional, estudos e pesquisas ajudam o empreendedor a conhecer melhor o mercado em que vai atuar.

Relatório Webshoppers

Material desenvolvido semestralmente pela e-bit, é o principal guia sobre comércio eletrônico brasileiro, traz informações sobre evolução do e-commerce, análise macroeconômica, tendências, estimativas, mudanças de comportamento e preferências dos consumidores virtuais em 2015, além das expectativas para o mercado online em 2016. É um ótimo indicador para os micro e pequeno empreendedores que trabalham ou desejam abrir um negócio virtual.

Veja no site Webshoppers.

Pesquisa Varejo Online

Em 2015, o comércio eletrônico completou 20 anos no Brasil. Apesar da história recente, as vendas online já movimentam 40 bilhões de reais por ano e crescem a um ritmo acelerado mesmo num momento de economia desaquecida.

Conheça o perfil das empresas, estratégias de atuação e dados dos principais indicadores de gestão de um e-commerce na pesquisa Varejo Online feita pelo Sebrae em parceria com a Ecommerce Brasil.

Veja a pesquisa completa.

Como foi a Perspectiva para 2016

Em 2016, para lidar com a crise financeira, o empreendedor deveria ser multifacetado, entender de questões de gestão orçamentária, finanças, gestão de estoque, atendimento, qualidade de TI e entre outros, para que sua loja virtual seja bem sucedida. Também estar atento quanto as inovações e as novas tecnologias, tornando a experiência de compra do e-consumidor a melhor possível. Vamos aguardar 2017, precisamos inovar sempre!

Fonte: Sebrae

Entenda o papel do Google na Black Friday Brasil

Quando pensamos em Black Friday, são as lojas online que vêm à nossa mente em primeiro lugar. Essa é uma característica do Brasil, já que a data acontece em meio a um feriado nos Estados Unidos, portanto, lojas físicas têm maior participação no evento. Nesse cenário, o Google tem um papel importante no nosso país: ajudar e-commerces com dados de pesquisas e até mesmo alertá-los quando um site está para sair do ar por causa do volume de acessos.

Durante a Black Friday no Brasil, o consumidor realiza diversas pesquisas em comparadores de preços, como o Zoom e o Buscapé. Lá, os eletrônicos são os produtos que lideram o interesse dos internautas. Isso também se repete nas buscas do Google. De acordo com a empresa, smartphones, televisões, eletrodomésticos e notebooks são as categorias mais procuradas na véspera do dia dos descontos.

Na tarde de ontem, o celular mais buscado era o Galaxy A3, da Samsung, um produto que alia câmeras razoáveis, performance suficiente para o dia a dia e preço competitivo (na faixa dos 1.100 reais). As buscas por preços cresceram. O Google informa que houve um aumento de 65% nas pesquisas relacionadas à data de descontos.

O trabalho no Google durante a Black Friday é intenso. No escritório da companhia em São Paulo, equipes de vendas e de tecnologia vão virar a noite de quinta para sexta. O objetivo é fornecer dados para parceiros que anunciam produtos no AdWords, plataforma de publicidade de produtos da empresa, bem como nos canais nos quais a receita do clique vai integralmente para o próprio gigante das buscas, que são, por exemplo, YouTube e Google Shopping.

Na empresa, os funcionários trabalham com painéis que mostram em tempo real os termos mais pesquisados no buscador, que é o mais utilizado no Brasil. De hora em hora, relatórios com essas informações são gerados e compartilhados com as varejistas online parceiras.

“Vamos munindo os varejistas com essas informações para que eles tenham os produtos mais desejados à disposição para a compra”, afirmou Claudia Sciama, diretora de varejo do Google Brasil, em entrevista a EXAME.com.

“Quando começou a Black Friday ficou com uma reputação um pouco ruim porque os varejistas não souberam trabalhar bem com a data. Eles colocavam alguns produtos com descontos, mas não comunicavam isso direito para o consumidor. Agora, a seleção de itens está mais dedicada àquilo que o consumidor realmente quer comprar”, complementa Sciama.

O planejamento do Google para a Black Friday começou em julho deste ano. São duas etapas principais no trabalho da empresa no evento: oferecer uma plataforma que ofereça dados em tempo real sobre acessos a páginas de produtos e anúncios do AdWords e acompanhar tudo que acontece ao longo do dia de descontos, com o objetivo de identificar as intensões de compras.

“Como nas eleições, há muitas pesquisas prévias, mas é no próprio dia que veremos o que realmente vai acontecer”, disse Fernando Rubbo, engenheiro de soluções de anúncios do Google Brasil.

Apesar das altas expectativas do Google para a venda de eletrônicos, a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) realizou um estudo cujo resultado é que apenas 14% das fabricantes de bens de consumo eletroeletrônicos esperam crescimento nas vendas na Black Friday e no natal em relação ao ano passado. No levantamento, a maior parte das entrevistadas (57%) aguarda estabilidade e 29% projetam queda.

Matéria retirada do site Exame

Como faço para ter sucesso em minhas vendas nesta Black Friday?

No mercado digital é importante que você esteja cada vez mais atento aos detalhes que farão a diferença em suas vendas e garantirão a você um melhor posicionamento no indicador visual.

Lembre-se que a satisfação de seus compradores interfere na realização, concretização e qualificação de suas vendas, sendo estas as 3 métricas consideradas para o cálculo de sua reputação.

A seguir, apresentamos algumas dicas importantes que ajudarão você a conquistar seus compradores e com isso, aumentar o volume e a concretização de suas vendas.

  • Adquira vantagem competitiva
  • Entenda o comprador
  • Conheça seus fornecedores
  • Programe seu estoque
  • Seja atencioso em suas respostas
  • Ofereça um bom atendimento
  • Personalize o envio do produto

Adquira vantagem competitiva

Uma das estratégias fundamentais para vender mais é se diferenciar dos concorrentes e aumentar a variedade de produtos anunciados. É importante que você tenha produtos de todas as faixas de valores, para que possa se adequar às necessidades dos compradores.

  • Diversifique seu portfólio e aumente a variedade de produtos que você vende.
  • Venda pacotes de produtos formados por: produtos principais + acessórios.
  • Tenha à disposição de seus compradores acessórios de baixo custo, que estão relacionados aos produtos que você vende.
  • Anuncie no formato Arremate. Este formato atrai muitos compradores que, se não compram diretamente os seus produtos no Arremate, clicam nos links de outros produtos que você coloca nas descrições.
  • Aumente as opções de pagamento e envio que você pratica.
  • Aceite MercadoPago em suas vendas.
  • Aproveite as promoções do MercadoLivre para anunciar seus produtos. Estas promoções raramente acontecem, mas caso você tenha estoque de produtos, não deixe de anunciar com condições mais vantajosas.
  • Invista em propaganda para promover seus produtos.

Entenda o comprador

  • Utilize palavras chaves relevantes nos títulos de seus anúncios: isso ajuda os compradores que usam a busca para encontrar seu produto mais rapidamente, além de melhorar o posicionamento de seus anúncios nas páginas de resultado de buscas.
  • Faça uma descrição curta, lógica e clara, que tenha todas as informações necessárias para convencer o comprador a escolher o seu produto e não do concorrente.
  • Coloque excelentes fotos, de preferência com fundo branco: uma boa foto vende mais que mil palavras.
  • Coloque fotos adicionais no corpo do anúncio.
  • Seja sempre positivo. Evite escrever comentários que espantem os compradores, como: “Qualificarei negativo aqueles que não concretizarem a compra em três dias”.

Conheça seus fornecedores

  • Faça uma pesquisa de mercado antes de definir um fornecedor. Melhor ainda se você trabalhar com vários fornecedores, para diminuir os riscos.
  • Esteja atento à qualidade dos produtos, à política de troca e também à velocidade de entrega e reposições de estoque.
  • Consulte publicações sobre o seu ramo de atividade, como sites, revistas, jornais e outros periódicos.
  • Troque informações com os seus concorrentes.
  • Procure informações sobre os seus fornecedores na Associação Comercial da sua cidade.

Programe seu estoque

  • Certifique-se de que seus fornecedores são de confiança. Lembre-se que a “frequência em vendas” é fundamental para que você cresça ainda mais no MercadoLivre. Evite transtornos e interrupções nas vendas.
  • Negocie com seu fornecedor e consiga melhores condições no pagamento de seus produtos.
  • Estoque correto é a certeza de entregas rápidas. O que lhe assegura clientes satisfeitos e isso repercute nas suas vendas e em qualificações positivas.
  • Fique atento à quantidade de produtos que você anuncia. Uma grande frustração para um comprador é comprar um produto e depois ser informado que o vendedor não o tem a disposição. Este é um caso propício para qualificações negativas. Na pior das hipóteses, pause o anúncio.

Seja atencioso em suas respostas

  • Educação, sempre, em primeiro lugar.
  • Tenha calma com perguntas repetitivas: elas irão acontecer e sua função é respondê-las.
  • Seja paciente com perguntas grosseiras: jamais responda da mesma forma.
  • Jamais discuta com o comprador na seção de perguntas e respostas, todos os outros compradores verão isso.
  • Quem está fazendo a pergunta é um cliente em potencial. Nunca responda “olhe na descrição do produto” para que ele consiga a informação desejada.

  • Demonstre responsabilidade e confiança em todas as etapas da pré e pós venda.
  • Seja gentil e cortês: um ‘Bom dia’ e ‘Boa tarde’ nunca são demais.
  • Mantenha um contato fluído com os compradores desde o momento da oferta até a qualificação.
  • Ajude os compradores novos em suas primeiras experiências.
  • Seja sempre muito claro em suas descrições.
  • Sempre que receber uma oferta, imediatamente ENVIE UM E-MAIL com todos os seus dados de contato e horários de atendimento e ao mesmo tempo ligue para o comprador. Este atendimento gera confiança e encanto, aumentando muito as chances de concretização das compras por impulso.
  • Durante os 21 (vinte e um) dias seguintes a sua oferta, entre em contato várias vezes por telefone e e-mail com a sua contraparte até que a venda se concretize.
  • Utilize os e-mails automáticos  para agilizar o seu processo, mas não deixe de escrever em um tom pessoal, humano.
  • Qualifique sua contraparte assim que a operação for concretizada. Não deixe para depois, isso facilita o controle.
  • Faça o possível para transformar as suas qualificações negativas em positivas. Não raro muitos vendedores conseguem reverter negociações que pareciam complicadas. Lembre-se que agora isso tem ainda mais importância.

Personalize o envio do produto

  • Tente oferecer Frete Grátis para uma determinada região ou, se possível, para todo o país. Além de ser um ótimo diferencial perante seus concorrentes, traz maior conveniência aos compradores que não querem se preocupar em pesquisar o preço de envio antes de pagar pelo produto.
  • Envie o produto em uma embalagem segura e apresentável. Acesse o site Guia da Embalagem para saber qual a embalagem mais adequada para seu produto e como adquiri-la.
  • Coloque junto ao produto um comprovante da compra com os termos de garantia que constam no anúncio.
  • Após enviar o produto, informe sempre o código de envio para o comprador. Ele terá total tranquilidade ao comprovar que o produto está a caminho.
  • Solicite aos seus compradores que também o qualifiquem imediatamente. Há casos de vendedores que enviam cartas customizadas com agradecimento pela compra e até brindes para convencer o comprador de que é importante ter a qualificação.

 

Fonte: www.mercadolivre.com.br

Vendas do e-commerce na Black Friday devem crescer 30%, projeta Ebit

As vendas do comércio eletrônico devem subir 30% durante o principal dia de descontos da Black Friday, de acordo com dados da Ebit, empresa especializada em informações do setor. No evento promocional do dia 25 de novembro, a companhia projeta um faturamento de R$ 2,1 bilhões no setor.

No ano passado, as vendas da Black Friday atingiram R$ 1,6 bilhão em apenas um dia. O levantamento considera as vendas apenas durante a sexta-feira, dia seguinte ao feriado do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, e não contabiliza vendas em promoções que possam ocorrer antes ou depois da principal data.

De acordo com a pesquisa, 84% dos consumidores online dizem que esperam aproveitar a data para fazer compras. Foram entrevistadas 5,7 mil pessoas. Os produtos com maior intenção de compra são os eletrônicos, desejados por 34% dos consumidores. Eletrodomésticos e itens de telefonia vêm em seguida, com 28% e 27% de intenção de compra, respectivamente.

Ainda segundo o levantamento, 44% das compras da Black Friday devem ser feitas com o intuito de antecipar o consumo que ocorreria no Natal. Apesar disso, 59% das pessoas dizem que vão comprar produtos para uso próprio e só 14% afirmam que deverão usar a Black Friday para comprar presentes.

Matéria retirada do site: http://www.em.com.br/

Chrome Remote Desktop para Android agora com suporte a áudio

Chrome Remote Desktop para Android agora conta com suporte a áudio em computadores equipados com os sistemas operacionais Microsoft Windows e Linux.

O aplicativo para Android oferece a possibilidade de acessar remotamente a área de trabalho de outros computadores com Google Chrome por meio do navegador.

Com a novidade, os usuários agora podem saber está acontecendo no desktop, como uma música, por exemplo, e ouvir o som diretamente em seu dispositivo móvel.

Matéria retirada do Site: googlediscovery.com

O que você precisa saber sobre comércio eletrônico

Para atuar no comércio eletrônico, o empreendedor deve conhecer bem a ferramenta a fim de explorá-la e aproveitar essas vantagens. E, claro, ficar por dentro das oportunidades e desafios vêm junto com o empreendimento.
 
O que é importante saber
  
O primeiro passo é conhecer o panorama do setor, que de 2001 a 2016 apresentou crescimento acelerado. Saber qual é o perfil das empresas e dos consumidores brasileiros é importante para ter uma noção clara de como atuar e do que esperar.
 
É importante também escolher o nicho de mercado que será atendido, conhecendo as diversas oportunidades de atuação que o comércio eletrônico proporciona e analisando quais são os segmentos mais rentáveis no meio virtual.
 
Após isso, planejar seu empreendimento é tarefa fundamental para alcançar o sucesso: ficar por dentro de como começar, planejar seu site, escolher a tecnologia da loja online e criar um plano de negócios, bem como conhecer dicas para ser bem sucedido no empreendimento. Ao mesmo tempo, é importante aprofundar-se nos aspectos legais e nos impostos específicos das vendas virtuais.
 
Prepare-se para construir a sua loja virtual com dicas sobre layout, cores, usabilidade e outras questões. Nesse ponto, é importante conhecer também os meios de pagamento do comércio eletrônico para proporcionar vendas com segurança.
 
É crucial saber o que o cliente deseja e como se comporta, bem como conhecer pontos que podem fazer o diferencial competitivo do seu negócio, gerando assim vendas e bom atendimento para o seu negócio.

Para impulsionar a visibilidade de seu negócio e de seus produtos e gerar mais faturamento também é necessário conhecer as estratégias de marketing e os canais de divulgação online, como as redes sociais.
 
Por fim, é importante disponibilizar ao cliente uma entrega adequada do produto, e lidar com as questões pós-venda. Para isso, é preciso entender sobre logística e estoque no e-commerce.

 

Matéria retirada do site: http://www.sebrae.com.br/

O que é a Black Friday?

A Black Friday é uma campanha de vendas que traz descontos de até 80% em produtos de todas as categorias, como smartphones, notebooks, eletrodomésticos, TVs, roupas, calçados, livros e muito mais. A grande vantagem da Black Friday é aproveitar os altos descontos e fazer antecipadamente as compras de Natal. Além da economia, você não passa pelo stress e cansaço de comprar tudo na última hora. Nada como aquela tranquilidade no fim do ano, né?

História

Assim como nos EUA, o Black Friday Brasil acontece sempre na última sexta-feira de novembro. Nesse ano, o evento cai no dia 25. Para os varejistas, é o momento de esvaziar os estoques para receber os produtos para as vendas de Natal. Já para os consumidores, é uma ótima oportunidade para comprar barato nas principais lojas virtuais do país, entre elas: Americanas, Walmart, Netshoes etc.

Como um agregador de ofertas estabelecido no comércio eletrônico, o Busca Descontos organiza o Black Friday no Brasil desde 2010. Ao contrário dos nortes-americanos, pioneiros do evento, nós dedicamos o BF para as compras online.

Para entender o sucesso e adesão do Black Friday por aqui, confira alguns números da nossa última edição do evento:

black Friday

Matéria retirada do site: http://www.blackfriday.com.br/
(busca por descontos)

Google planeja exibir resultados diferentes para mobile e desktop

De acordo com o Search Engine Land, o Google planeja fazer uma grande mudança na forma como seu mecanismo de pesquisa indexa a web para os resultados de pesquisa.

A empresa pretende implementar um plano que irá separar o índice de páginas para mobile e desktop, a informação teria sido revelada por um funcionário do Google disse em uma recente conferência.

O Google também planeja manter seu índice mobile mais atualizado do que o índice de desktop, o que significa que os usuários móveis poderão verificar resultados mais recentes que os usuários de desktop.

As mudanças irão exigir que os editores da web repensem seus sites móveis e incluam novas tecnologia como o AMP, se quiserem ter seus conteúdos devidamente indexado pelo Google.

O buscador não forneceu datas para a drástica mudança em seu mecanismo de pesquisa.