Crescimento do mercado B2B gera oportunidades para empresas especializadas em prestação de serviço durante crise  

matéria retirada do site exame

Desde que a crise econômica se tornou uma realidade mundial, o Brasil tem enfrentado dificuldades para manter o crescimento do mercado interno. Consequentemente, o setor privado sentiu – e ainda sente – os impactos de tal cenário. Empresas buscam se sustentar em meio a oscilações na economia e cada vez mais necessitam de organização para garantir o funcionamento de seus processos. Por “organização” se entende a capacidade de gestão. Mesmo com todas as adversidades, não há como negar a existência de boas oportunidades para quem sabe aproveitar momentos críticos como chance de inovação. Principalmente quando se trata de empresários com veia empreendedora e experiência o bastante para auxiliar outras empresas. O modelo B2B (Business to Business) é exemplo de perspectiva positiva para os próximos anos e abre, por assim dizer, caminhos alternativos à crise.
 

Também conhecido por modelo “de empresa para empresa”, consiste nas relações comerciais entre negócios e que atualmente tem maior funcionalidade via internet – uma vez que evita transações comerciais físicas, minimizando, assim, problemas como limitação geográfica, limitação de reposição de estoque, alto custo de comissões e representação, facilitando os processos de compra, venda, auditoria, etc. De acordo com um levantamento feito pela Frost & Sullivan , grupo que realiza pesquisas globais voltadas para o meio empresarial, até 2020 o modelo B2B online alcançará os $6, 7 trilhões de dólares e, numa estimativa mais específica, manterá o crescimento acima dos 7% ao ano. Estes dados revelam não só a importância de se informar sobre este tipo de operação, mas também utilizá-lo no próprio dia a dia da empresa, facilitando todos os trâmites processuais indispensáveis para a sobrevivência do negócio.
 
Em solo nacional, o caminho rumo às negociações entre empresas é promissor. “Para a realidade do Brasil, este modelo faz todo sentido em termos de escalabilidade, sustentabilidade, previsibilidade e solidez. Vale considerar, afinal que é possível fazer um negócio inovador e até disruptivo com mais possibilidades de crescer quando ele está inserido no mercado corporativo ou B2B, as chances são bem positivas”, afirma Mario Flávio, CEO da Audtax, empresa que, inclusive, trabalha com modelo B2B e presta serviço de auditoria em pagamentos digitais. Trata-se de trabalho colaborativo, de quem entende de negócios, para quem faz negócios.
 
Duas empresas pensam melhor do que uma
 
Pagamentos digitais não são mais tendência. São realidade. E o crescimento deste tipo de negociação aumentará consideravelmente – esta é outra realidade. Com isso, a capacidade de verificação da integridade dos dados entre as informações das adquirentes, os registros do ERP, e as informações bancárias necessitarão de maior controle. Lidar com tantos detalhes não é uma tarefa simples e contar com empresas que executem tais funções comprova a importância do B2B. “Manter a empresa em conformidade ou compliance significa ter a certeza de que tudo está acontecendo de forma correta, principalmente em um departamento tão importante de uma empresa como o financeiro”, explica Mario Flavio. Com o crescimento das PMEs (Pequenas e Médias Empresas) – aproximadamente 8,9 milhões de empresas segundo o Sebrae – a diversidade de demandas também aumenta. É neste momento – e contexto – que empreendedores devem focar suas especialidades e apostar no mercado de B2B, contribuindo direta e indiretamente para a melhora tanto de seus negócios quanto da economia nacional. A Audtax, por exemplo, encontrou seu “nicho” e, a partir dele, desenvolveu uma plataforma cujo serviço prestado é indispensável para qualquer empreendimento.
 
“Nossa plataforma analisa todos os processos financeiros, verificando se todas as operações foram corretamente autorizadas, liquidadas, ordenadas, pagas, registradas e escrituradas com a finalidade de assegurar a fidelidade dos registros e proporcionar credibilidade as transações e operações, ou seja, analisar os fatos e ocorrências que afetam o patrimônio financeiro de sua empresa”, ressalta Mário Flávio. Mais do que executar o serviço, é importante saber o porquê de executar o serviço: “É necessário entender o que está sendo cobrado, lançado e escriturado e como podemos melhorar as atividades, proporcionando maiores índices de eficiência, eficácia e confiabilidade das informações, que são a base de toda decisão comercial”, pontua o CEO.
 
A previsão para 2020 é um ganho – e alerta – sobre o que a situação atual do mercado oferece como oportunidade. Mesmo em tempos difíceis cujos obstáculos nascem dia após dia e parecem impossíveis de serem superados, inovação, criatividade, foco e experiência profissional garantem a superação da crise e recuperação econômica. “O interesse por melhores práticas em Governança e Compliance Fiscal vem aumentando em todos os setores e uma vez compreendidas e incorporadas em seus processos, certamente contribuirão para uma gestão administrativa e financeira eficiente”, finaliza Mário Flávio.

 

Pesquisa do Google mostra a influência do digital no varejo brasileiro

Fonte: Google Discovery

Encomendada pela Google e realizada pela Forrester Research, o estudo faz uma projeção até 2021 do impacto do digital nas vendas online e offline e mostra a evolução da importância do mobile nas vendas online no Brasil para os próximos 5 anos.

Até o final de 2016, 19% das vendas do e-commerce deverão ocorrer em dispositivos móveis. Em 2021, sua participação será de 41%. Hoje, 30% dos internautas só podem ser alcançados através do mobile, pois não acessam a internet em outros dispositivos.

Nos próximos anos, mais 27 milhões de pessoas irão fazer sua primeira compra online, um total de 67.4 milhões. Isso irá representar 44% dos internautas. Até 2021, o impacto da web no varejo restrito deve crescer mais de 70%, chegando a 42% de todas as vendas, ou 365 bilhões.

A influência do digital nas principais categorias do varejo envolvem principalmente eletrônicos, eletrodomésticos e livros, com 6 em cada 10 vendas desses produtos sendo precedidas pela interação com a web, e até 2021 essa influência terá sido ampliada atingindo 8 em cada 10 vendas.

Os dados foram obtidos nos dias 14 e 22 de março de 2016 em duas pesquisas online com aproximadamente 4500 pessoas.

A Standout esta entre as 100 startups brasileiras mais atraentes para o mercado

Com um excelente resultado, a Standout entrou para o movimento “100 Open Startups” que anunciou a relação das 100 startups brasileiras mais interessantes para grandes empresas líderes em inovação. Foram mais de 1500 propostas para despertar o interesse de pelo menos 1 das 50 empresas participantes do projeto (HP, IBM, 3M, Johnson&Johnson, Abbott, Grupo Fleury, Algar Telecom, Natura, Estácio e outras). Foi o maior número de grandes empresas já visto em movimentos voltados para startups em todo o mundo.

Fonte: Startupi

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